Ativista desde 1951. Ele fez parte do Partido Comunista Brasileiro entre 1952 e 1965. Cursou Matemática na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Participou da fundação do Centro de Estudos Afro-Asiáticos – o CEAA, uma organização que reuniu ativistas e intelectuais negros durante a ditadura militar no Brasil e é reconhecido pelo pionerismo na produção e conhecimento, pela importância na circulação das ideias sobre África e a realização de projetos para política externa entre o Brasil e os África. Yedo também foi militante do Movimento Negro Unificado.
Doutor em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mestre em Educação pela mesma universidade. Especialista em História da África pelo Centro de Estudos Afro-Asiáticos (CEAA) da Universidade Candido Mendes (UCAM), e graduado em Educação Física e Desportos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi pesquisador do Centro de Estudos Afro-Asiáticos e do Centro de Estudos Afro-Brasileiros, ambos da UCAM. Desde 1999 é professor no Curso de Pós-Gradução em História da África e do Negro no Brasil do CEAA-UCAM. Tem experiência em pesquisa, ensino e extensão nas áreas de Educação, Ciências Sociais e História, atuando principalmente nos seguintes temas: História da África; Diáspora Africana nas Américas; Teoria Social e Estudos de Relações Raciais; Educação e Questão Racial no Brasil; Movimento Negro e Movimentos Sociais. Foi presidente do IPCN-Instituto de Pesquisas das Culturas Negras-RJ, e Diretor da ABPN-Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. É Professor Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRRJ.
Historiadora com mestrado e doutorado em História Social pela USP. Pesquisa: escravidão nas Américas, História da África e História do Brasil. Professora de História da América na Universidade Federal Fluminense, colunista da DW Brasil. Autora dos livros: “Racismo brasileiro” (Todavia, 2023), “Juliano Moreira: um médico negro na fundação da psiquiatria brasileira” (Eduff, 2020) e “História do África e do Brasil Afrodescendente” (Pallas, 2017).
Mais informações: http://lattes.cnpq.br/9825396116792460
Historiador e professor da UFRJ que pesquisa a História do Movimento Negro no Brasil. Formado em História pela mesma universidade, mestre em Ciências Sociais pela UERJ; doutor em História pela UFF; pós-doutor em Educação e História pela Columbia University. É autor do livro dos O Mundo Negro: relações raciais e a constituição do movimento negro contemporâneo no Brasil (2013) e Paulo Silva: um contraponto nas relações raciais no Brasil. Organizou com Verena Alberti o livro Histórias do movimento negro no Brasil e outras obras importantes sobre educação, ensino de História e da cultura afro-brasileira. Ele também é filho de Amauri Mendes Pereira, um importante militante do movimento negro carioca.
Zélia Amador de Deus é fundadora do Centro de Estudos e de Defesa do Negro no Pará (Cedenpa), artista e professora da Universidade Federal do Pará. Ela foi oradora na Conferência de Durban, é uma das principais referências do movimento de mulheres negras e do movimento negro no norte do Brasil. Zélia também atuou no movimento estudantil secundarista e é uma das fundadoras da chamada Frente de Ação Secundarista Paraense (Faspa), fundada em 1968. É licenciada em Letras pela Universidade Federal do Pará (1974), mestra em Linguística, Letras e Artes pela UFMG (2001) e doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará (2008).